Quando entre nós as cores começaram a ter novas nuances, outras tonalidades e as palavras ditas outros sentidos, com certeza nossos olhares, sem querermos, passaram a nos procurar de modo natural, espontâneo e deliciosamente carinhoso.
Assim desse modo, começava a ficar sacramentado que nosso abraço passaria a ter um outro calor, outra energia dali para frente.... E isso meu amor aconteceu!
Tua presença começou a ser par constante no meu dia, meu sorriso escandalizou a todos que meu coração exultava de alegria e felicidade, por estar uma outra vez compartilhando a minha emoção com outro alguém.
Alguém maravilhoso, com alma e coração desinquieto, sofrido, abatido e muitas vezes, afoito e rebelde, mas na sua essência, dividido entre o ser e o se deixar levar...
Como viver tão somente a rebeldia e não se deixar ficar pelos caminhos do amor, da entrega?
Essa era a tua cruz, o peso a maltratar o teu coração divido!
Abracei com alma leve e coração pulsante o teu corpo ao alcance da minha mão e sem nenhum pudor passei a descobrir a tua geografia, com as minhas mão, com o meu corpo, com a minha boca percorrendo todos os cantos e recantos desse corpo que apreendi a querer e amar, com o desejo infantil e lúdico do primeiro amor e com a fome dos famintos que já viveram a paixão em grandes doses. Amei os teus contornos, tuas curvas e caminhos e emocionada estendi as minhas mãos para te recolher entre meus braço e amar a tua vida, tuas estórias e até mesmo acarinhar o teu passado, pois quem ama, acolhe o outro até com os seus folhetim a lhe compor a vida!
Tua pele passou a ser a minha primeira e a cada toque, o meu corpo tremia de emoção, como se estivesse prestes a deixar o meu coração perambulando por aí.
Eis aí um modo lindo de se morrer apaixonada!
Talvez estejas a perguntar porque estou te escrevendo essas palavras...
Só o faço meu amor, por absoluta falta de como fazê-lo pessoalmente!
Não esqueça de mim, amor da minha vida...
Diga alô!
Assim desse modo, começava a ficar sacramentado que nosso abraço passaria a ter um outro calor, outra energia dali para frente.... E isso meu amor aconteceu!
Tua presença começou a ser par constante no meu dia, meu sorriso escandalizou a todos que meu coração exultava de alegria e felicidade, por estar uma outra vez compartilhando a minha emoção com outro alguém.
Alguém maravilhoso, com alma e coração desinquieto, sofrido, abatido e muitas vezes, afoito e rebelde, mas na sua essência, dividido entre o ser e o se deixar levar...
Como viver tão somente a rebeldia e não se deixar ficar pelos caminhos do amor, da entrega?
Essa era a tua cruz, o peso a maltratar o teu coração divido!
Abracei com alma leve e coração pulsante o teu corpo ao alcance da minha mão e sem nenhum pudor passei a descobrir a tua geografia, com as minhas mão, com o meu corpo, com a minha boca percorrendo todos os cantos e recantos desse corpo que apreendi a querer e amar, com o desejo infantil e lúdico do primeiro amor e com a fome dos famintos que já viveram a paixão em grandes doses. Amei os teus contornos, tuas curvas e caminhos e emocionada estendi as minhas mãos para te recolher entre meus braço e amar a tua vida, tuas estórias e até mesmo acarinhar o teu passado, pois quem ama, acolhe o outro até com os seus folhetim a lhe compor a vida!
Tua pele passou a ser a minha primeira e a cada toque, o meu corpo tremia de emoção, como se estivesse prestes a deixar o meu coração perambulando por aí.
Eis aí um modo lindo de se morrer apaixonada!
Talvez estejas a perguntar porque estou te escrevendo essas palavras...
Só o faço meu amor, por absoluta falta de como fazê-lo pessoalmente!
Não esqueça de mim, amor da minha vida...
Diga alô!





