Um Brinde!
Interessantes são os cacoetes que a gente desenvolve ao longo de uma relação. Falo isso porque depois de muito tempo longe do corpo que por tantos anos abracei, amei e beijei, encontrei os mesmos sinais de encantamento, de sedução e que me faziam tanto bem!
Digo interessante, pois depois de mim outros caminhos se construíram, e de uma forma ou de outra, foram levados adiante, mas pelo visto nunca foram capazes de esquecer e superar os nossos próprios sinais, códigos e segredos!
Tudo me foi entregue tão deliciosamente, que também me fiz afim desse prazer!
Que delícia foi abraçar teu corpo comovido, de saudade emocionado, que nem sabemos o tempo que ficamos nos abraçando naquela noite fria, onde a emoção modificava o silêncio e a temperatura ambiente, somente alterada pelas nossas lagrimas que caiam e que beijo a beijo eram secadas com sofreguidão, como se nós naquela hora, fossemos dois perdidos e sedentos num deserto buscando sombra e água fresca de um oásis dentro de nós mesmos!
Digo interessante, pois depois de mim outros caminhos se construíram, e de uma forma ou de outra, foram levados adiante, mas pelo visto nunca foram capazes de esquecer e superar os nossos próprios sinais, códigos e segredos!
Tudo me foi entregue tão deliciosamente, que também me fiz afim desse prazer!
Que delícia foi abraçar teu corpo comovido, de saudade emocionado, que nem sabemos o tempo que ficamos nos abraçando naquela noite fria, onde a emoção modificava o silêncio e a temperatura ambiente, somente alterada pelas nossas lagrimas que caiam e que beijo a beijo eram secadas com sofreguidão, como se nós naquela hora, fossemos dois perdidos e sedentos num deserto buscando sombra e água fresca de um oásis dentro de nós mesmos!
Terá sido miragem!
Não, pois cada vez que lembro, faço versos e emociono meu coração, hoje já acabrunhado de saudade!
Rastreei cada centímetro do teu corpo e lá estavam todas as marca que um dia minhas mãos e minha boca descobriram, respondendo a cada toque com a emoção que só conseguimos desbravar com a arte de um amor que se faz com a malícia, malandragem e muita cumplicidade!
Te saúdo pela emoção!
Não, pois cada vez que lembro, faço versos e emociono meu coração, hoje já acabrunhado de saudade!
Rastreei cada centímetro do teu corpo e lá estavam todas as marca que um dia minhas mãos e minha boca descobriram, respondendo a cada toque com a emoção que só conseguimos desbravar com a arte de um amor que se faz com a malícia, malandragem e muita cumplicidade!
Te saúdo pela emoção!
Um brinde!
22 comentários:
UaU!!!
Tua ironia é espetacular, pois esse brinde para quem assiste ou lê (ou será o inverso) é fantástico, mas para quem bebe, deve ser um porre terrível, daqueles que causa uma dor na cabeça para o resto da vida....ahahahahah!!!!
Genial esse texto!
Elenara, ótimos os seus versos, seus desabafos de vida...
Continue assim!
Você é uma guerreira, uma desbravadora de corações!
Abraços!
Oi!
Temos que ser, não é mesmo!!!
Somos mulheres valentes, sem medo de ser feliz!
Um abraço!
Um brinde ao amor, a emoção, a saudade!
Quando passado se torna presente e podemos viver outra vez as emoções, antes vividas, que até nos pareciam adormecidas, e num momento especial, despertam com força total, nos arrastando por caminhos já caminhados e agora revividos com o tempêro doce-amargo da saudade!
O momento se torna realmente especial e inesquecível!
Parabéns pelo texto!
Abraços....
Puxa!!!
Tua sensibilidade captou toda a essência desse texto!
Fico feliz por ter sabido com minhas palavras, chegar ao teu coração e com isso despertar todas as tuas saudades!
Tomara que não tenha com isso, machucado tuas lembranças!
Meu afeto!
Oi!!!
Não te preocupa, despertou a saudade, mas não machucou as lembranças!
Elas são tão doces (as que eu gosto de lembrar) e tão presentes que só me faz bem lembrar, recordar também é viver como dizem por aí.
E ao contrário de ti, (pelo menos é o que sinto no teu texto) eu não tive uma segunda chance.
Ainda bem que (acredito) tu tivestes, e pode nos dar o prazer de podermos ler e refletir sobre teus textos tão recheados de emoções!
Abraços...
Lenir!
Entendo e partilho dessas reflexões, pois são elas que prendem as nossas lembranças queridas e que muitas vezes nos dão alento e serenidade para enfrentarmos as perdas e as saudades dos nossos amores que de algum modo, de nós se afastaram de corpo presente, mas nunca da nossa saudade, que está sempre edificando recordações para nos manterem vivas!
Meus amores, ah que saudade tenho de todos eles!
Sinto falta dos abraços que com amor me recebiam! Sinto falta de tantas coisas!
Mas a vida é mágica, se apresenta sempre surpreendente, pois acaba nos dando quando não mais esperamos, a chance de podermos morrer de emoção em plena madrugada, num abraço silencioso que a saudade fez chamada!
Fui e não me arrependo!
Foi demaaaaais!!!
Que declaração maravilhosa de sentimento de amor que fazes nessa tua crônica!
Acabei de ler no Jornal o Diário de Santa Maria e fiz questão de vir aqui para trazer o meu depoimento.
Elenara, tu escreves com tanta paixão e verdade que julgo sem medo de errar que é feliz quem por ti foi amada! Que inveja minha amiga....ihihihihihi!!!!
Amar desse jeito é o máximo!
Tu és demais, sem dúvida!
Bjs!
Que declaração maravilhosa de sentimento de amor que fazes nessa tua crônica!
Acabei de ler no Jornal o Diário de Santa Maria e fiz questão de vir aqui para trazer o meu depoimento.
Elenara, tu escreves com tanta paixão e verdade que julgo sem medo de errar que é feliz quem por ti foi amada! Que inveja minha amiga....ihihihihihi!!!!
Amar desse jeito é o máximo!
Tu és demais, sem dúvida!
Bjs!
Quando irás publicar um livro?
É muito talento para ficar escondida num Blog e publicar aos poucos, teus textos e poemas...
Achei essa crônica um luxo!
Hoje saiu publicada essa crônica no Jornal o Diário. Adorei te encontrar pela manha junto ao meu café....eheheh!!!
Todo sucesso!
Depois que li essa maravilha, não preciso falar mais nada...
"Que delícia foi abraçar teu corpo comovido, de saudade emocionado, que nem sabemos o tempo que ficamos nos abraçando naquela noite fria, onde a emoção modificava o silêncio e a temperatura ambiente, somente alterada pelas nossas lagrimas que caiam e que beijo a beijo eram secadas com sofreguidão, como se nós naquela hora, fossemos dois perdidos e sedentos num deserto buscando sombra e água fresca de um oásis dentro de nós mesmos!"
Caramba, tu és show!!!!
Um abraço e parabéns!
Parabéns pela crônica publicada no Diário!
Achei muito DEZ!!!!
(...)
Terá sido miragem!
Não, pois cada vez que lembro, faço versos e emociono meu coração, hoje já acabrunhado de saudade!
Rastreei cada centímetro do teu corpo e lá estavam todas as marca que um dia minhas mãos e minha boca descobriram, respondendo a cada toque com a emoção que só conseguimos desbravar com a arte de um amor que se faz com a malícia, malandragem e muita cumplicidade!
Te saúdo pela emoção!
Um brinde!
(...)
Elenara, nessa tu superou a minha própria expectativa. Demaaaaais!!!
Valeu, minha amiga!
Elenara!
Hoje tu arrasou com o texto "Um Brinde " no jornal o Diário!
Que engraçado, tu brincas tanto com as palavras que as coisas se tornam tão realidade presente em nossas vidas.
Que bom que é assim, pelo menos resta-nos algum consolo.
Algum dia, em algum lugar fizemos alguém feliz e também fomos felizes.
Um grande abraço, felicidades e muito bom astral.
Olá!
Muito dez o poema de hoje do Jornal o Diário.
É sempre uma alegria estar contigo. Tu me emocionas demais.
Ontem li no Jornal o Diário essa crônica e mais uma vez fiquei comovida com o carinho com que escreves!
Tuas palavras consegue atingir meu coração e isso é muito bom, pois me comovo, sentimento um pouco abandonado por mim.
Continuaaaaa......!!!!
Que declaração maravilhosa!
Eu é que levanto e brindo a tua esmerada e delicada emoção!
Um brinde para a melhor de todas as emoções: O amor!
Beijos!
TimTim!!!
Com a melhor taça de cristal e com uma boa.....(eheheheh).
Adorei.
Deus!
Para quem é essa crônica???
Contaaaaaaaaaaaaaaahhhh!!!!!
Genial o teu poder de criação!
Elenara, li esse texto no Jornal.
Fazendo sucessuuuuuuuuh!!
Achei muito bom!
Postar um comentário